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Mari, a sementinha

Sou militante do Movimento Negro e em 2018 estava no evento "Jovens Negras Movendo Estruturas", Na Casa das Pretas/RJ, ultimo ato público da Vereadora Marielle Franco. E juntamente a outras mulheres com esse mesmo propósito saímos desse encontro motivadas a, em nosso nichos de atuação, mudar os alicerces que sustentam o racismo institucional enquanto nos reconhecemos mulheres negras e plurais. Essa motivação não findou com o assassinato de Marielle. E foi com essa força e luto profundo que me surgiu a história infantil 'Mari, a sementinha'.

'Mari, a sementinha' como uma ideia não tem pernas e conta com a ajuda para conhecer seu destino. Uma curta história que se propõem levar a crianças um dos valores que a Marielle Franco, enquanto pessoa, e ideia, transmite, que vem de encontro a filosofia africana Ubuntu: 'sou porque nós somos'. 

Através do entoado verso dos movimentos sociais 'companheira, me ajuda pois não posso andar só, eu sozinha ando bem, mas com você ando melhor', a força feminina coletiva personificada em agentes da Natureza, despertam o leitor para aspectos da solidariedade e afeto necessários para o estabelecimento do equilíbrio de um coletivo. Trabalhando assim valores universais de forma lúdica, abrindo uma diversidade de abordagens pedagógicas. 

Tudo isso sob o guarda-chuva da Literatura Negra que se apresenta através da auto representação, e de aspectos positivos associados a negritude, seja pela cor da Nuvens, personagens da História, ou por menção aos cachos crespos da 'menina gigante', Mari, a geradora dessa semente homônima.

Publicado em 2018 pela Editora Nandyala

Favela em mim

Favela em mim é a expressão da potência crítica e criativa de artistas que pensam, produzem e ressignificam a sua própria realidade. Um livro composto a partir de 31 ilustrações que foram poetizadas por 19 artistas independentes, resistentes, contemporâneos, sendo Maíra Oliveira um deles. Nas palavras de Cau Luis: “foram a memória e a indignação que empunharam a caneta, uma imersão na infância de um cidadão favelado”. 

Publicado em 2019 por Editora Oriki.

Vértice: escritas negras

Os textos produzidos nestas oficinas foram selecionados por um Conselho Editorial e tornou-se um livro de nome: Vértice: escritas negras.

A antologia de Vértice: escritas negras sob organização de Moisés Guimarães e Simone Ricco contempla os seguintes autores que estiveram envolvidos neste processo desde a Seleção para as Oficinas de Literatura Negra, a saber: Aza Noar, Ana Carolina Lacorte, Cecília Rita, Elis Pinto, Erickson dos Anjos Amaral, Fabiana Pereira, Gabriela Sousa, Isabela Godoi, Jaciara Nogueira, Jaqueline Òba, Jade Medeiros, Luciana Fernanda da Silva, Lu de Oliveira, Maíra dos Santos Oliveira, Marcela Gobatti, Rachel Marques Carvalho, Sheila Martins, Thaís Nascimento, Débora Nascimento, Otávio Augusto Pinheiro, Luciana Luz. Além da magnífica contribuição e prefácio da Profª acadêmica da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Drª Fernanda Felisberto (UFRRJ)

Publicado em 2019 pela Editora Malê

Ai que saudade da minha vó

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©2020 por Maíra Oliveira.